Eu sou:
Crente, (no sentido mais senso-comum da palavra, esse mesmo, que a sociedade carregou de preconceitos. Antigamente chamavam a gente de "os Bíblia". Nesse mesmo período, leváva-mos pedradas, e "Deus me livre" uma filha de família tradicional casar com um de nós. Era melhor casar com o próprio Satã, se é que ele realmente existe.) Éramos e ainda somos objeto de raiva e desprezo. Ainda criança, ouvi muito essa musiquinha: "Crente do c- quente, lava o c- com água quente..." Bons e velhos tempos.
Cético, (no sentido mais crítico e analista que essa palavra pode ter. Nós, os céticos, primeiro duvidamos, para depois, talvez, acreditarmos. Nem todos de nós nascemos assim, mas, depois de alguns "171's" ideológicos, filosóficos e teológicos, desenvolvemos essa imensa capacidade de não crer.) Temos que nos controlar para não rir das patéticas crenças alheias. Isso talvez porque ao ouvir algumas ingenuidades, temos aquela sensação de "Dèjá vu", e pensamos: "Eu já caí nessa também companheiro (a)".
Mas é possível esse "duplipensar", esse "dupliexistir" ? Sim. Sem sombra de dúvida. Todos os seres humanos carregam essa contradição. Alguns em maior, outros em menor grau.
Abraços.
Jefferson Chase SS
Crente, (no sentido mais senso-comum da palavra, esse mesmo, que a sociedade carregou de preconceitos. Antigamente chamavam a gente de "os Bíblia". Nesse mesmo período, leváva-mos pedradas, e "Deus me livre" uma filha de família tradicional casar com um de nós. Era melhor casar com o próprio Satã, se é que ele realmente existe.) Éramos e ainda somos objeto de raiva e desprezo. Ainda criança, ouvi muito essa musiquinha: "Crente do c- quente, lava o c- com água quente..." Bons e velhos tempos.
Cético, (no sentido mais crítico e analista que essa palavra pode ter. Nós, os céticos, primeiro duvidamos, para depois, talvez, acreditarmos. Nem todos de nós nascemos assim, mas, depois de alguns "171's" ideológicos, filosóficos e teológicos, desenvolvemos essa imensa capacidade de não crer.) Temos que nos controlar para não rir das patéticas crenças alheias. Isso talvez porque ao ouvir algumas ingenuidades, temos aquela sensação de "Dèjá vu", e pensamos: "Eu já caí nessa também companheiro (a)".
Mas é possível esse "duplipensar", esse "dupliexistir" ? Sim. Sem sombra de dúvida. Todos os seres humanos carregam essa contradição. Alguns em maior, outros em menor grau.
Abraços.
Jefferson Chase SS

Tb acredito ser possível, primo... ainda mais eu, q sou MTO cético e questionador de td. Realmente é preciso, às vezes, me segurar para nao rir de algumas crenças patéticas!
ResponderExcluirGrande abraço.
Ettore Chase.