segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Percepção e Vibrações


"O homem tem uma grande tendência para confiar nas percepções dos sentidos e freqüentemente comete o erro de acreditar que elas refletem exatamente a realidade material. Na verdade, não percebemos as coisas como elas são, mas apenas a imagem mental que elas produzem em nossa consciência." (EXCERTO DA MONOGRAFIA 3 - PRIMEIRO ATRIUM)

"...você compreenderá que a matéria só existe para nós por causa da interpretação que damos à sua natureza vibratória. Inevitavelmente, você chegará à conclusão de que o homem não é mais que um conjunto de vibrações mergulhado num oceano vibratório cuja origem é o Cósmico." (EXCERTO DA MONOGRAFIA 2 - PRIMEIRO ATRIUM)

Percepção e Vibrações


"O homem tem uma grande tendência para confiar nas percepções dos sentidos e freqüentemente comete o erro de acreditar que elas refletem exatamente a realidade material. Na verdade, não percebemos as coisas como elas são, mas apenas a imagem mental que elas produzem em nossa consciência." (EXCERTO DA MONOGRAFIA 3 - PRIMEIRO ATRIUM)

"...você compreenderá que a matéria só existe para nós por causa da interpretação que damos à sua natureza vibratória. Inevitavelmente, você chegará à conclusão de que o homem não é mais que um conjunto de vibrações mergulhado num oceano vibratório cuja origem é o Cósmico." (EXCERTO DA MONOGRAFIA 2 - PRIMEIRO ATRIUM)

Igreja ≠ Bíblia ≠ Deus


O problema é quando confundimos esses três elementos.

Óbvio que eles se relacionam de maneira íntima e profunda, mas é necessário afirmar categoricamente que Deus está acima de todos.

Que fique bem claro que não precisamos da Bíblia ou da Igreja para nos relacionarmos com Deus.

Sei dos riscos que advém desse modo de entender as coisas, pois dessa falta de Bíblia é que veio a venda de "lotes" no céu, a idolatria (de homens, mulheres, madeira e etc) e outras aberrações de cunho espiritual.

Entretando, alguns, mesmo com o focinho enfiado na Bíblia, continuam cometendo esses mesmos erros.

Quem estuda Direito Constitucional, sabe que uma nova Constituição funda um novo Estado. Para ficar mais compreensível, entendamos que, juridicamente, o Estado brasileiro nasceu em 10 de outubro de 1988.

Esse princípio acima exposto não se aplica para a relação entre Deus e a Bíblia, logo, entendamos: A Constituição funda o Estado, mas a Bíblia não funda Deus.

Jefferson Chase SS

2º Grau


Seja lá o nome que o governo venha a dar para o 2º Grau, o que quero afirmar é que ninguém deveria sair desse nível de estudo, sem a certeza absoluta e plena de que o ensinado foi aprendido.

Lá estudamos as disciplinas básicas para interagirmos de maneira inteligente com o mundo. Não que precisemos de muito conhecimento para viver, pois sabedoria basta. Mas, na falta dela, o conhecimento e a razão podem ser bons guias. E ainda tem outra: Sabedoria não é pra todos, e alguns nunca a terão.

Quem não tem sabedoria, deveria pelo menos utilizar a matemática, a física, a geografia e a história para raciocinar. Em alguns currículos consta a filosofia, que por si só, já dá umas "pinceladas" na sociologia e antropologia. Óbvio que a maioria das pessoas odeia estas áreas de estudo, e, por conseguinte ficam sem as bases para analisar de forma coerente a vida. Em razão desse déficit de capacidade de análise, faltam-lhes princípios funcionais básicos de estética, espiritualidade, economia, relacionamento e etc. Com efeito, usam as roupas erradas nos lugares errados, escolhem a religião errada, fazem suas compras da maneira errada e se relacionam com as pessoas erradas. Essa lista é infinita.

Para finalizar, reafirmo as palavras de meu amigo Paulo: Eu não tenho medo da inteligência, mas sim da ignorância, pois a inteligência tem limites, a ignorância não.

Jefferson Chase SS

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O Quê ?


Tantos blogs... precisa de tudo isso ?

A questão é que realmente sinto que cada blog tem muita afinidade com um tipo muito específico de idéia.

Essa frase acima, por exemplo, não ficaria bem no "Pensamientos Disidentes", que é um espaço para idéias de crítica ácida [(apesar de ser um blog voltado para a Amanda) acredito que talvez deseje esse estilo de pensamento apra ela...)] , muito menos no "Crente Cético", que nasceu para ser um recanto de minhas reflexões sobre espiritualidade, cristandade, protestantismo e similares. Nem falo do "/dev/null", onde quero tratar da minha relação com a informática, de uma maneira muito tranquila e sem engajamentos (este engajamento terá seu lugar em outro blog, que demorará para ser gestado).

Aqui, no "Um Quantum de Vida", a coisa girará (às vezes diretamente, outras indiretamente) em torno da pergunta: Qual é a real medida da vida ? Qual o seu real sentido ? Quais seus princíos basilares ? Qual é o objetivo da existência ? E quero fazer isso sem compromisso com textos curtos e objetividade. Quero viajar...

Você quer vir comigo ?

JCSS777

O Quê ?


Tantos blogs... precisa de tudo isso ?

A questão é que realmente sinto que cada blog tem muita afinidade com um tipo muito específico de idéia.

Essa frase acima, por exemplo, não ficaria bem no "Pensamientos Disidentes", que é um espaço para idéias de crítica ácida [(apesar de ser um blog voltado para a Amanda) acredito que talvez deseje esse estilo de pensamento apra ela...)] , muito menos no "Crente Cético", que nasceu para ser um recanto de minhas reflexões sobre espiritualidade, cristandade, protestantismo e similares. Nem falo do "/dev/null", onde quero tratar da minha relação com a informática, de uma maneira muito tranquila e sem engajamentos (este engajamento terá seu lugar em outro blog, que demorará para ser gestado).

Aqui, no "Um Quantum de Vida", a coisa girará (às vezes diretamente, outras indiretamente) em torno da pergunta: Qual é a real medida da vida ? Qual o seu real sentido ? Quais seus princíos basilares ? Qual é o objetivo da existência ? E quero fazer isso sem compromisso com textos curtos e objetividade. Quero viajar...

Você quer vir comigo ?

JCSS777

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

É possível ?


Eu sou:

Crente, (no sentido mais senso-comum da palavra, esse mesmo, que a sociedade carregou de preconceitos. Antigamente chamavam a gente de "os Bíblia". Nesse mesmo período, leváva-mos pedradas, e "Deus me livre" uma filha de família tradicional casar com um de nós. Era melhor casar com o próprio Satã, se é que ele realmente existe.) Éramos e ainda somos objeto de raiva e desprezo. Ainda criança, ouvi muito essa musiquinha: "Crente do c- quente, lava o c- com água quente..." Bons e velhos tempos.

Cético, (no sentido mais crítico e analista que essa palavra pode ter. Nós, os céticos, primeiro duvidamos, para depois, talvez, acreditarmos. Nem todos de nós nascemos assim, mas, depois de alguns "171's" ideológicos, filosóficos e teológicos, desenvolvemos essa imensa capacidade de não crer.) Temos que nos controlar para não rir das patéticas crenças alheias. Isso talvez porque ao ouvir algumas ingenuidades, temos aquela sensação de "Dèjá vu", e pensamos: "Eu já caí nessa também companheiro (a)".

Mas é possível esse "duplipensar", esse "dupliexistir" ? Sim. Sem sombra de dúvida. Todos os seres humanos carregam essa contradição. Alguns em maior, outros em menor grau.

Abraços.

Jefferson Chase SS